3. Saussure – Uma Teoria da Linguagem

Ferdinand de Saussure, professor da Universidade de Genebra, foi o precursor do estudo científico das línguas.

1.3 UMA TEORIA BÁSICA DA LINGUAGEM

 Vale advertir, de antemão, que, para uma introdução ao estudo da linguagem, como aqui estamos a realizar, é suficiente a apresentação de uma teoria que dê conta da principal função da linguagem: a comunicação, e que explique o funcionamento dos signos. Passaremos então a expor as principais idéias da Linguística Saussureana ou Linguística Estrutural, que é uma teoria básica da linguagem e têm servido como ponto de partida para o estudo da linguagem nos meios acadêmicos. Ao final deste artigo, indicaremos livros de outras teorias que aprofundam e transcendem esta teoria básica.

 Os fundamentos do que hoje se entende por Lingüística foram lançados pelo pensador suíço Ferdinand de Saussure no livro Curso de Linguística Geral, na verdade, uma compilação de anotações feitas por alguns alunos seus a partir de aulas proferidas na Universidade de Genebra entre os anos de 1907 e 1911. Estas palestras, depois de divulgadas, promoveram uma revolução no estudo da linguagem. Até então o estudo da expressão era, sobretudo, o da gramática, em que se propõe regrar o uso da linguagem e o da filologia, em que se busca a origem das palavras ao se relacionar línguas atuais com as antigas. Saussure, tendo uma visão mais ampla do fenômeno da comunicação, cria um novo paradigma para o estudo do mesmo. Ora, se muitas pessoas sequer conhecem as regras gramaticais e se expressam bem, se há povos que sobreviveram por séculos sem desenvolver a escrita , é sinal que a linguagem é algo mais complexo que a mera organização gramatical e a busca do étimo das palavras. A gramática serve apenas para prescrever o que é a norma culta e a filologia investiga a origem das palavras no desenvolvimento histórico das línguas; as pessoas, todavia, se comunicam no mais das vezes sem prestar atenção em tais conhecimentos. Daí que a função primordial da linguagem é a comunicação e o uso da norma culta nem sempre é adequado para a diversidade de situações sociais que vivemos. Por exemplo: se estamos em um ambiente descontraído, simplesmente conversando com os amigos, provavelmente soaria mal um linguajar formal, técnico, porquanto pareceria uma tentativa de ostentação ou algo semelhante.

 O pensador suíço, por conta disto, propõe uma mudança de paradigma no estudo da linguagem: além de estudarmos a história e a normatividade das línguas, devemos abordá-las sincronicamente, ou seja, observá-las num dado momento de sua história e verificar como as pessoas realizam a comunicação, ou dito em outras palavras: em vez de abordarmos a diacronia das línguas (descrição de uma língua ou de uma parte dela ao longo de sua história, com as mudanças que sofre.), devemos abordá-las em sua sincronia (estado de língua considerado num momento dado, independente da evolução histórica da mesma). Assim, o linguísta suíço dirige seu foco principalmente para o modo como funciona a comunicação em um certo momento da existência de um idioma ( a atualidade, por exemplo), aproximando assim o estudo da linguagem da prática da mesma.

 Saussure, ao promover esta nova abordagem no estudo das línguas, é tido por muitos como o fundador da Linguística Moderna, que se propõe a ser a ciência da língua. Além disso, por entender que a comunicação não se dá tão somente pelo uso das palavras, mas também por gestos, olhares, roupas, cortes de cabelo e quaisquer elementos que possam ser usados como signos, ele propõe que a Linguística seja incorporada futuramente por uma ciência mais ampla: a Semiologia, também denominada Semiótica , que estuda o funcionamento dos signos e da linguagem em geral.

 Vejamos então alguns conceitos desenvolvidos por Saussure.

1.2.1.1 Linguagem, Língua e Fala

 A primeira questão tratada por Saussure foi a de delimitar o seu campo de estudo e, assim, definir o objeto da ciência à qual se propôs desenvolver. Para tanto, o autor trava inicialmente uma diferenciação entre língua e linguagem:

 “Mas o que é a língua? Para nós, ela não se confunde com a linguagem; é somente uma parte determinada, essencial dela, indubitavelmente. É, ao mesmo tempo, um produto social da faculdade de linguagem e um conjunto de convenções necessárias, adotadas pelo corpo social para permitir o exercício dessa faculdade nos indivíduos. Tomada em seu todo, a linguagem é multiforme e heteróclita [...] ao mesmo tempo física, fisiológica e psíquica, ela pertence além disso ao domínio individual e ao domínio social: não se deixa classificar em nenhuma categoria de fatos humanos, pois não se sabe como inferir sua unidade.

A língua, ao contrário, é um todo por si e um princípio de classificação.”

 Vemos então que a linguagem é uma das “faculdades” do ser humano, a maneira que o homem tem de se expressar através de signos; a língua (o idioma) é parte “essencial” da mesma, ou seja, um dos modos (o principal, aliás) de o homem manifestar aquela capacidade. Deste modo, a citação acima revela uma dificuldade em definir a linguagem e usá-la como base para formar uma “ciência da comunicação”, por não ser facilmente delimitada pelo pensamento. O autor justifica tal negação com três argumentos:

 a) “a linguagem é multiforme”, pois se manifesta através de diferentes tipos de signo;

b) ela é “heteróclita”, não permite que a classifiquemos em regras definidas, pois está sempre sendo recriada conforme os homens necessitem criar novas realidades (a linguagem dos computadores é exemplo disto);

c)ela não pode ser estudada exclusivamente por uma única ciência, uma vez que pertence a diferentes domínios: “o físico, o fisiológico, o psíquico”. Portanto, a complexidade da linguagem e sua “instabilidade” são obstáculos para torná-la o objeto central de uma ciência da comunicação.

 A Língua, por sua vez, é “dominável” e pode ser considerada um “todo”, uma vez que possui um código de normas que a rege e a preserva coesa, impedindo a dispersão. Dito em outras palavras: embora os usuários de uma língua possam criar diferentes combinações de palavras em frases e até mesmo criar novos significados para os signos linguísticos, eles sempre, em maior ou menor grau, têm por base “um modo adequado de se expressar”, um modo de organizar frases e de atribuir regularmente determinadas significações à certas palavras. Assim, há uma certa padronização no uso dos idiomas, uma espécie de gramática espontânea criada pelos usuários, pois todo falante, ao apreender uma língua, sabe que não pode inventar palavras à revelia dos demais usuários e nem deve construir caoticamente as frases, se o mesmo quer se comunicar de maneira satisfatória. Ao longo dos séculos a regra gramatical criada pela espontaneidade e pelo costume foi acolhida pelas gramáticas oficiais. Deste modo, em maior ou menor grau, até mesmo o usuário que não frequentou o ensino formal segue um parâmetro ao usar a língua.

 Em suma, toda língua possui um regulamento ora mais, ora menos levado em conta pelos usuários, um modo de organização dos signos que possibilita a comunicação e evita que ela se disperse. Para Saussure, isto permite que consideremos a língua como “um todo”, algo estável, com certa uniformidade e constância e é por conta desta perenidade que ela pode ser tomada como objeto central da ciência da comunicação.

 O pensador genebrês, com base nisto, explica a língua como um “sistema” ou “estrutura” , algo semelhante a um jogo de xadrez. Neste, as peças têm uma função diferente, mas ao mesmo tempo funcionam umas em relação às outras. Assim, a torre se move de maneira diferente do cavalo e este de maneira diferente do bispo, etc., e nenhuma peça tem valor por si só, cada uma adquire valor no âmbito daquele jogo, na totalidade do sistema. Nas línguas, algo semelhante ocorre: quando digo “ os meninos” não estou dizendo “o menino” nem “as meninas” … “foram à praia”, assim a diferença das palavras, umas em relação às outras, faz com que percebamos o significado. Assim, no uso das palavras escolho alguma em detrimento de outras. Além do mais, nas línguas, paralelamente, os “jogadores” compõem diferentes frases e textos, todavia o significado das palavras, as organizações sintáticas, etc., de certa forma, se conservam; no xadrez, cada partida é diferente das demais, o jogo varia a cada momento, mas o nome e as funções das peças se mantêm estáveis. Por fim, em ambos os casos existe uma espécie de acordo de que as peças e as palavras funcionarão para todos de uma determinada forma, ou seja, seguindo uma certa norma (as regras do jogo de xadrez; a gramática e o léxico), por conta disto, o jogo e a língua são pactos sociais, isto é, uma convenção entre as pessoas de que no sistema as palavras e as peças funcionarão de uma maneira compactuada, pois a normatividade deve ser aceita por quem queira participar do jogo e da comunidade linguística.

 Língua, portanto, é o sistema abstrato convencionado por um grupo social, regido por um código de funcionamento que lhe garante certa unidade e que surge em certas condições histórico-políticas. É ela o principal objeto da Linguística saussureana. Tal teoria, todavia, credita alguma importância também ao estudo da fala:

 “O estudo da linguagem comporta, portanto, duas partes: uma, essencial, que tem por objeto a língua, que é social em suja essência e independente do indivíduo; esse estudo é unicamente psíquico; outra, tem por objeto a parte individual da linguagem, vale dizer, a fala, inclusive a fonação e é psico-física.”

 A fala alia o pensamento com o mecanismo físico que produz a voz, mas este último aspecto importa secundariamente à ciência da comunicação. Nesta, a fala se define pelo fato de ela ser o elemento a caracterizar a individualidade do ser humano. pois é no seu uso que revelamos nossa identidade perante a coletividade. A fala é um uso individual de algo social que é a língua. Em decorrência disto, podemos perceber no uso dela as crenças das pessoas (ou de um grupo, ou classe social), o modo ao qual elas entendem a vida, pois ao falarmos invocamos em nosso pensamento o nosso modo de ver realidade, a sociedade e os seres humanos em geral. A fala revela, portanto, a ideologia de uma pessoa ou de certos grupos de pessoas que pensam de maneira semelhante.

O pensador suiço, nos faz notar, além disso que “língua e fala são “…dois objetos que estão estreitamente ligados e se implicam mutuamente; a língua é necessária para que a fala seja inteligível e produza todos os seus efeitos; mas essa é necessária para que a língua se estabeleça” , sendo que a evolução dos idiomas se dá através da fala, uma vez que ali as pessoas vão reinventando novos modos de expressão e abandonando outros.

 Em resumo, a linguagem é a faculdade humana que possibilita a expressão, mas devido a sua complexidade e instabilidade, ela não pode ser moldada pela cientificidade de Saussure ; já a língua é o sistema abstrato de signos inter-relacionados, de natureza social e psíquica, com o qual os membros de uma comunidade se comunicam e serve de campo para a investigação saussureana, pois, no âmbito da frase, é possível criar uma conceituação estável para definir o fenômeno da comunicação ; a fala ou discurso é o uso individual da língua, que, por isto carrega consigo a ideologia , isto é, o modo como ele entende o mundo, suas crenças, valores e concepções de mundo e o seu estudo, apenas quando vinculado ao sistema da língua, ganha importância para a Linguística.

 Bakhtin, Mikhail. Marxismo e Filosofia da Linguagem. 6ª ed. Trad M. Lahud e Y Viera. São Paulo, 1992.

SAUSSURE, F. Curso de Linguística Geral. Tradução de Antônio Chelini et al. 22. ed. São Paulo: Cultrix, 1983.

1.2.1.2 O Signo para a Semiótica e para a Linguística

Ao definir a língua como um sistema, Saussure fez uma abordagem intrínseca do fenômeno linguístico, ou seja, investigou o funcionamento do principal instrumento que usamos para nos comunicar: o signo linguístico; outros tipos de signo, contudo, foram abordados pela Semiótica ou Semiologia, ciência a qual o pensador suiço, em sua época, sugeriu que englobasse a Linguística.

A Linguística saussuriana explica a origem do signo linguístico da seguinte forma: para a palavra existir e realizar sua tarefa de comunicar, antes deve haver uma certa convenção social, isto é, um grupo social deve convencionar que haverá uma relação entre a palavra e a idéia de um objeto, ou ser, ou sentimento, etc. Por conta de tal constatação, ele pressupõe um “primeiro princípio” para a existência do signo linguístico: a arbitrariedade. Expliquemos: uma palavra só se relaciona a uma determinada idéia em virtude da convenção feita pelos falantes de determinado idioma. Por conta disso, a língua é produto da coletividade, uma vez que ela só se consolida como meio de comunicação quando um grupo de seres humanos aceita que as palavras tenham tais e tais significados. Não há, portanto, um vínculo natural e obrigatório entre uma palavra e o seu significado, tal qual existe, por exemplo, entre chuva e nuvem, ovo e galinha, há, isto sim, um vínculo cultural. As palavras são ligadas a ideias porque os homens, de certa forma, assim o combinaram, assim o querem e continuam querendo ao longo das gerações.

Para ficar mais claro, exemplifiquemos: a idéia que se tem de um “pato” não está ligada necessariamente com a seqüência de letras p-a-t-o, ou seja, o significante “p-a-t-o” só se relaciona com o seu significado porque um grupo social, em comum acordo, resolveu que tal seqüência de letras indicaria tal idéia de um tal animal. Se os homens quisessem, porém, que outro grupo de letras formassem a palavra para remeter à ideia de tal ave(“duck”, “pesce”, ou qualquer outra palavra: elefante, rosa, xyz, etc.) nada impediria que uma diferente denominação fosse consagrada. Daí a arbitrariedade do signo, pois não há um fundamento lógico e obrigatório que estabeleça a correspondência entre palavras e idéias, tudo poderia ser de uma forma diferente, bastando a comunidade linguística estar de acordo.

O vínculo entre signo e idéia ou melhor entre o significado e o significante, deste modo, não é algo natural, mas uma convenção cultural, algo que os homens criaram e combinaram que assim seria. Tanto isto é verdade que palavras novas vão surgindo no bojo das línguas e outras ganham novos significados que, com o passar do tempo, permanecem ou são esquecidos. As gírias são exemplos deste último caso, por vezes perduram na comunicação de uma comunidade linguística e são adotadas por escritores e jornalistas; os dicionaristas, com isto, as recolhem e as tornam parte do léxico, mas quase sempre elas duram um curto espaço de tempo.

Cabe, além disso, ressaltar que as letras unidas “pato” estabelecem relação com uma idéia e não com um objeto, um ser concreto, com a ave. Isto se dá porque não podemos confundir significação com referencialidade. O filósofo Frege foi quem notou tal diferença, ele ”distingue o referente de uma expressão, a saber, o objeto que ela designa, e seu sentido,a saber, a maneira pela qual ela designa esse objeto”. Assim, no mais das vezes, quando estamos a usar a língua fazemos referência a idéias e não a seres e objetos. Isto, como veremos adiante, faz com que os signos sejam entidades que funcionam basicamente em um nível acima da realidade. Vejamos.

Como funciona um signo linguístico na visão saussureana? Como ele produz significação?

Após usar o princípio da arbitrariedade como explicação para a origem dos signos, Saussure busca explicar o seu funcionamento. Conforme o autor, a palavra é composta de duas partes, ou melhor, dois aspectos que se entrelaçam: o significante e o significado. Durante o processo da comunicação ao ouvirmos, lermos, enfim, pensarmos uma palavra, naturalmente surge uma “imagem acústica” em nossa mente, um som unido a uma figura, denominada de significante, o som que cria a idéia; a esta imagem acústica corresponde um significado, ou seja, um conceito correspondente ao objeto ou ser no universo da língua que estamos usando. Assim, o processo da comunicação se dá pela constante relação que mentalmente é estabelecida entre significantes e significados. A princípio, é assim que funcionam os signos na comunicação.

A concepção da língua feita por Saussure, em virtude disto, é de cunho mentalista, pois, como dissemos, as palavras não nos remetem diretamente às coisas, aos seres, aos sentimentos, mas a idéias que temos deles. Além disso, é mentalmente que fazemos o discernimento entre uma palavra e outra: quando penso em “pato” não penso em “mato” ou “gato” e também não o faço em termos de “gata” ou “gatos”; é no plano mental igualmente que notamos a relação entre palavras de uma mesma frase ou texto o que influencia no sentido delas: “o gato de botas” (desta relação tem-se uma entidade fictícia, “um gato siamês” se refere a um tipo de gato não fictício, mas a uma raça específica.

A língua, portanto, se realiza não tanto na relação do homem com objetos reais, mas na mente humana e entre mentes humanas, até porque, quando interpretamos as palavras ditas por alguém, ou escritas, o fazemos a partir de outras palavras que temos em mente. Por exemplo: para explicar o que é um gato quando algum espécime não está presente, lanço algum conceito que faço do mesmo: “é um bicho peludo que mia”, “é um animal irracional da família dos felinos”,etc. Tais conceituações não são um gato, são palavras que dão uma ideia de tal animal.

As línguas, em tal entendimento, funcionam basicamente como sistemas metafísicos, estão para além dos objetos e seres da realidade concreta, dado que não fazem referência direta aos objetos, mas a idéias que temos deles. Em decorrência disto, a virtualidade ocupa grande parte do que hoje entendemos por realidade e, inclusive, alguns pensadores tendem a definir o momento histórico atual como “a era da informação”, “era da comunicação” ou em termos afins, pois boa parte das relações humanas ( o trabalho, as aplicações financeiras, por exemplo) acontecem através do processo simbólico proporcionado pela linguagem.

Vale dizer que, num plano mais amplo que o da língua, o da semiótica, os pensadores pós-saussureanos que se dedicaram a estudar os signos no contexto da linguagem , conceituaram-no a partir de seu funcionamento, ou seja, pelo modo como os signos realizam o processo de simbolização. Ora, fazemos gestos com as mãos para nos referirmos não a elas próprias, mas para dizer tchau, adeus, paz e amor,etc.; também criamos objetos, esculturas, roupas para simbolizar certos estados de espírito e crenças, tudo isto é também signo, pois comunica algo a respeito do mundo ou do pensamento. Assim, no âmbito da semiótica, signo é “ a designação comum a qualquer objeto, forma ou fenômeno que remete para algo diferente de si mesmo e que é usado no lugar deste numa série de situações (a balança, significando a justiça; a cruz, simbolizando o cristianismo; a suástica, simbolizando o nazismo; uma faixa oblíqua, significando proibido [sinal de trânsito]; um conjunto de sons [palavras] designando coisas do mundo físico ou psíquico etc.)” . Dito de maneira mais simples: signo é uma coisa que faz referência a outra coisa que não ela mesma.

Evidentemente, tal definição inclui o tipo de signo definido por Saussure, a palavra, pois como notamos, os grupos de letras que as formam não dizem respeito a elas mesmas, mas a idéias de objetos, seres, sentimentos, etc.

 

Uma resposta para “3. Saussure – Uma Teoria da Linguagem

  1. Anderson Mardônio de L. Medeiros

    Ótimo comentário! Estou muito satisfeito por ter encontrado este site, pois me ajudou muito a entender, com mais clareza, à teoria saussureana acerca da linguagem, valeu mesmo!

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